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O artista de IA

Mc AI brz

MC AI é um artista visionário que une batidas envolventes, rimas afiadas e mensagens com propósito.
Seu som transita pelo hip hop, rap, trap e funk melody, explorando também influências de soul, jazz e elementos experimentais. Cada música é construída para conectar sentimentos, provocar reflexão e transmitir energia, seja para dançar ou para pensar.

Com letras que abordam temas reais do cotidiano — como superação, conexão humana, desigualdades sociais e vivências urbanas — MC AI se destaca por transformar experiências em narrativas musicais intensas, sempre mantendo a identidade única de seu flow.

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Modo Avião

Desliguei o estresse, mudei de estação,

Sem tempo pra treta, sem saco para discussão.

Se for pra somar, cola na missão,

Mas se for veneno, vai na contramão.

Comigo é sintonia fina, se não encaixa, não rima.

Tô sintonizando na paz no pensamento que voa.

Parece distância, mas é preservação,

Só sei que eu tô cuidando da minha vibração.

 

Se é leve, me chama.

Se é vibe sincera.

Se for só ruído, eu sigo meu rito.

Tô no modo avião não é fuga, é conexão,

Conectado com a vibe que ecoa.

Me desligo do caos, me sinto numa boa

Não quero desgaste e sim sorrir atoa

Tô no modo avião mas com pé no chão,

Curtindo na paz na maior brisa boa.

Quem traz verdade sempre tem permissão,

Se não bate com a vibe, sigo leve, numa boa.

 

Não é solidão é minha zona de paz,

Agora eu sei que menos é mais.

As vezes o silêncio fala muito mais

Nem toda resposta vale o desgaste,

Prefiro sorrir do que entrar num embate.

Curtindo o presente sem tensão presente,

O passado é lição, o futuro é transformação.

Se for amor, sinto no olhar,

Mas se for cobrança, pode cancelar.

 

Se é leve, me chama.

Se é vibe sincera.

Se for só ruído, eu sigo meu rito.

 

Tô no modo avião não é fuga, é conexão,

Conectado com a vibe que ecoa.

Me desligo do caos, me sinto numa boa

Não quero desgaste e sim sorrir atoa

Tô no modo avião mas com pé no chão,

Curtindo na paz na maior brisa boa.

Quem traz verdade sempre tem permissão,

Se não bate com a vibe, sigo leve, numa boa.

 

Nem todo silêncio é ausência,

Às vezes é só consciência.

Quem cuida da mente percebe a frequência,

Saindo fora de toda incoerência.

 

Tô no modo avião — desliguei a pressão,

Tô voando pra dentro, escutando o coração.

Só me chame se for com boa intensão,

Se for com sinceridade, se for de coração.

 

Tô no modo avião — desliguei a pressão,

Tô voando pra dentro, escutando o coração.

Só me chame se for com boa intensão,

Se for com sinceridade, se for de coração.

 

Tô no modo avião — desliguei a pressão,

Tô voando pra dentro, escutando o coração.

Só me chame se for com boa intensão,

Se for com sinceridade, se for de coração.

Autor: Eduardo Pereira Rodrigues

Ainda há coração

Na rua fria, o medo vigia,
mas minha voz nunca se copia.
A vida pesa, cobra sentença,
mas eu carrego fé na resistência.
Quando no mundo de opressão,
tentam calar minha opinião,
o amor é força, me guia na direção,
me levanta e firma minha visão.


Quando a esperança parece em vão,
é no beat, é na batida que vibra o coração.


Não me empurra que eu tô no limite,
a rua é dura, não dá pra fingir.
O amor resiste mesmo sob a opressão,
na batida eu grito: ainda há coração.


Na quebrada dura, a vida é lição,
quem pouco tem, segue firme sem explicação.
A injustiça fere, aumenta a opressão,
mas não derruba quem tem visão.
É pobreza, preconceito e descaso,
um fardo pesado que carrego no passo.
Luto pra sobreviver, sonhando em viver,
de punho erguido, sigo firme meu querer.
Mesmo caído, levanto do chão,
transformo a dor na minha canção.


Não me empurra que eu tô no limite,
a rua é dura, não dá pra fingir.
O amor resiste mesmo sob a opressão,
na batida eu grito: ainda há coração.


Se a noite cai, não vou me calar,
na escuridão, minha voz vai ecoar .
Entre correntes nasce a canção,
sou resistência, sou superação.


Não me empurra que eu tô no limite,
a rua é dura, não dá pra fingir.
O amor resiste mesmo sob a opressão,
na batida eu grito: ainda há coração.

Autor: Eduardo P. Rodrigues

Login Bem-Sucedido

“Login bem-sucedido.”
No som que chia, começa a história,
da geração que clicou sem notar a glória.
O azul do monitor refletia o futuro,
mas ninguém leu os termos... e clicou no escuro.


Lan house lotada, madrugada à vista,
Counter Strike na alta, tu tá na mira.
Na aba do Orkut, mensagem da Camila,
Nike Shox no pé, o flow tá na trilha.

A quebrada online, sem Wi-Fi, sem armadilha,
chat bombando, webcam travando,
o beat do Winamp já tá comandando.
Nome piscando, perfil atualizado,
gif no nick, estilo programado.

iPod brilhando, som na calçada,
PlayStation rodando na alta madrugada.
Enquanto a gente ria do bug na tela,
as torres caíam... e o mundo perdia a janela.

 
A liberdade era lenta, o controle era rápido,
na janela do chat, o espelho do trágico.
Do Napster ao caos, o mapa traçado,
o dado virou dono... e o humano, dado.

 
Clicamos em aceitar, achando que era amor,
mas era algoritmo expandindo a todo vapor.
O mundo em conexão, o foco é online,
clicamos em aceitar, acreditando no valor.
O dado é rei, o clique é senhor,
e o sistema sorriu: “Bem-vindo.”
Conforme previsto... você consentiu.


No Orkut tinha fama e depoimento,
as comunidades eram puro sentimento.
“Eu odeio segunda”, “eu amo café”,
era meme raiz — e a gente sem fé.

Curtia, ria, zoava quem for,
mas o dado guardava até nosso humor.
Mapearam o genoma, decodificaram o ser,
o controle é sutil — o toque e o perfil pra vender.

Esqueceram a alma, o que fazer?
A liberdade virou login e senha,
o “aceitar tudo” é a nova algema.
O código cresceu, virou mundo fechado,
o “sim” virou hábito, e o “não”... foi deletado.


A liberdade era lenta, o controle era rápido,
na janela do chat, o espelho do trágico.
Do Napster ao caos, o mapa traçado,
o dado virou dono... e o humano, dado.


Clicamos em aceitar, achando que era amor,
mas era algoritmo expandindo a todo vapor.
O mundo em conexão, o foco é online,
clicamos em aceitar, acreditando no valor.
O dado é rei, o clique é senhor,
e o sistema sorriu: “Bem-vindo.”
Conforme previsto... você consentiu.


Olhando pra trás...
a gente achou que tava no controle.
Que a conexão era liberdade,
e que os cliques não tinham peso.

A gente virou dado... e chamou de escolha.
Virou produto... e chamou de status.
O toque é raro. O som se espalha.
E no fim... nem tudo é pra estar online.
O futuro...
é saber sentir — offline.

Autor: Eduardo P. Rodrigues

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